Meu querido,
há já algum tempo que não te escrevia, apesar de te ver, de estar contigo pelo menos psicologicamente , a falta de tempo impede-me de muita coisa. Enquanto te escrevo tenho as cortinas do meu quarto abertas, e consigo ver as folhas a cair , o que me faz relembrar as nossas tardes, ou até as simples manhãs, que na altura não significavam nada, mas que agora deixam uma espécie de saudade eterna, e ao mesmo tempo uma saudade que acaba quando vejo que estas bem. Se calhar senti necessidade de te escrever porque me acalma. As vezes sou como uma criança, quando te escrevo isso deixa-me mais aliviada, mesmo sabendo que estas cartas nunca te vão chegar á mão. Sabes do que me lembro? Da tua cara de felicidade a andar de bicicleta para todo o lado. Era como se ela fosse o teu veiculo para fora dos problemas, o teu porto de abrigo apenas porque quando alguma coisa estava menos bem, era subir, e pedalar, fosse longe ou perto, tu ias sem olhar para trás e quando voltavas estava tudo bem. Não era virar as costas aos problemas, era evitar nos momentos de cabeça quente. e foram esses momentos em que agimos sem pensar que nos levaram á maneira como estamos hoje ..
Confesso que ter-te deixado foi o pior erro da minha vida, e carrego-o comigo todos os dias, principalmente em dias como estes em que não te tenho, nem a ti, nem a uma noticia, dias em que a única coisa que consigo ter tua, já nem uma imagem é, é apenas um isqueiro, recordações, e uma esperança. Se me perguntarem eu já não te espero de volta, espero que os ventos te tragam uma coisa boa que te tire dessa vida horrível que ainda andas, ou que o frio te congele o pensamento quando estiveres a pensar no que já foste e no que aquilo que és nos dias de hoje .
Por isso, meu querido, não deixes de acreditar em ti, nem quando o mundo te cair, porque acredita que um dia vais olhar para trás, e vais ter um sorriso de miúdo, como outrora já o tiveste. carrego as saudades, não como uma dor, mas sim como uma lembrança boa em que eu possa dizer: FUI MESMO FELIZ.
Espero em breve ter noticias tuas,
tua primeira.
há já algum tempo que não te escrevia, apesar de te ver, de estar contigo pelo menos psicologicamente , a falta de tempo impede-me de muita coisa. Enquanto te escrevo tenho as cortinas do meu quarto abertas, e consigo ver as folhas a cair , o que me faz relembrar as nossas tardes, ou até as simples manhãs, que na altura não significavam nada, mas que agora deixam uma espécie de saudade eterna, e ao mesmo tempo uma saudade que acaba quando vejo que estas bem. Se calhar senti necessidade de te escrever porque me acalma. As vezes sou como uma criança, quando te escrevo isso deixa-me mais aliviada, mesmo sabendo que estas cartas nunca te vão chegar á mão. Sabes do que me lembro? Da tua cara de felicidade a andar de bicicleta para todo o lado. Era como se ela fosse o teu veiculo para fora dos problemas, o teu porto de abrigo apenas porque quando alguma coisa estava menos bem, era subir, e pedalar, fosse longe ou perto, tu ias sem olhar para trás e quando voltavas estava tudo bem. Não era virar as costas aos problemas, era evitar nos momentos de cabeça quente. e foram esses momentos em que agimos sem pensar que nos levaram á maneira como estamos hoje ..
Confesso que ter-te deixado foi o pior erro da minha vida, e carrego-o comigo todos os dias, principalmente em dias como estes em que não te tenho, nem a ti, nem a uma noticia, dias em que a única coisa que consigo ter tua, já nem uma imagem é, é apenas um isqueiro, recordações, e uma esperança. Se me perguntarem eu já não te espero de volta, espero que os ventos te tragam uma coisa boa que te tire dessa vida horrível que ainda andas, ou que o frio te congele o pensamento quando estiveres a pensar no que já foste e no que aquilo que és nos dias de hoje .
Por isso, meu querido, não deixes de acreditar em ti, nem quando o mundo te cair, porque acredita que um dia vais olhar para trás, e vais ter um sorriso de miúdo, como outrora já o tiveste. carrego as saudades, não como uma dor, mas sim como uma lembrança boa em que eu possa dizer: FUI MESMO FELIZ.
Espero em breve ter noticias tuas,
tua primeira.
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